No domingo eleitoral na Madeira o céu estará temporariamente nublado em particular nas regiões montanhosas e a temperatura máxima será na ordem dos 20 a 21 gruas e o vento em geral fraco. logo, não será por razões meteorológicas que a abstenção poderá vir a crescer na Região.

As expectativas a esse nível não são animadoras, como revela o inquérito em vigor na nossa página principal.

Situação bem diferente vai ocorrer no continente.

Chuva,
vento e temperaturas amenas no continente

O próximo domingo, dia de eleições presidenciais, vai ser
marcado pela chuva e vento, mas com temperaturas amenas, com máximas a atingir
os 16 graus Celsius, disse à agência Lusa a meteorologista Patrícia Marques.

De acordo com a meteorologista do Instituto Português do Mar e da
Atmosfera (IPMA), para domingo estão previstos chuva e vento, mas menos do que
o esperado para sábado.

"Esperamos chuva para os próximos dias. Amanhã [sábado] será
a situação mais gravosa e depois no domingo teremos na mesma chuva e vento, mas
menos intenso do que no dia de hoje e amanhã", disse.

Segundo Patrícia Marques, a previsão aponta para chuva
principalmente para o período da tarde, mas já não motivará aviso
meteorológico, e vento nas regiões litoral e nas terras altas, mas menos
intenso.

"As temperaturas estão elevadas para esta época do ano e vão
manter-se elevadas nos próximos dias. Esta chuva que irá ocorrer nos próximos
dias será sempre acompanhada de ar mais quente e as temperaturas vão manter-se
elevadas. Para domingo por exemplo estão previstos para o Porto 15 graus de
máxima e em Lisboa, Beja e Évora 16", referiu.

A meteorologista do IPMA disse ainda que a chuva e o vento vão
marcar toda a próxima semana e as temperaturas vão manter-se amenas para esta
altura do ano.

As eleições presidenciais, que se realizam em plena epidemia de covid-19, estão marcadas
para 24 de janeiro e esta é a 10.ª vez que os portugueses são chamados a
escolher o Presidente da República em democracia, desde 1976.

Concorrem às eleições sete candidatos, Marisa Matias (apoiada pelo
Bloco de Esquerda), Marcelo Rebelo de Sousa (PSD e CDS/PP) Tiago Mayan
Gonçalves (Iniciativa Liberal), André Ventura (Chega), Vitorino Silva, mais
conhecido por Tino de Rans, João Ferreira (PCP e PEV) e a militante do PS Ana
Gomes (PAN e Livre).