A digitalização da banca acelerou nos
últimos meses, não por uma visão estratégica ou por uma evolução natural do
modelo de negócio, mas por um fator externo disruptivo – a pandemia do covid-19 – que impôs
a necessidade de um “novo normal”. Este é o ponto de partida do webinar que a Asseco PST, de raízes madeirenses, promove dentro de hoje a oito dias, para debater a forma como cada banco deve continuar a apostar
na sua diferenciação.
Sob o mote “Digital, o novo normal da
Banca: desafios em tempo de mudança”, o evento é dirigido aos profissionais da
banca nas várias geografias lusófonas onde a Asseco PST, especialista no
desenvolvimento de software financeiro, está presente, de Portugal a
Timor-Leste, passando por Angola, Moçambique, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe.
As consequências da pandemia do covid-19 e as mudanças provocadas na vida quotidiana desde março condicionaram
fortemente qualquer estratégia ou plano de execução também no setor financeiro.
Um bom exemplo é o facto de os canais digitais estarem hoje no centro do
negócio bancário – de canais complementares passaram a vias preferenciais de
interação com os clientes.
Perante esta realidade, diz José
Nunes, administrador da Asseco PST, “o futuro passou a ser hoje e os
programas de transformação digital na banca, com uma execução prevista em anos,
passaram a ter o objetivo de serem executados em meses”.
E o gestor acrescenta: “Dentro
desta não opção, porque não foi uma opção, os bancos mantêm a necessidade de se
diferenciarem. Na Asseco PST, acreditamos que esta diferenciação pode vir da
resposta de cada entidade bancária a três questões principais: conveniência,
personalização e segurança”.
Conveniência significa que, cada vez
mais, é o cliente que escolhe as suas preferências – do seu “sofá”, onde quer
que se encontre, pode aceder às suas contas e realizar as operações de acordo
com as suas escolhas.
Personalização, por seu turno, é
sinónimo de ser o cliente a querer definir a sua experiência – verdadeiramente
ele quer sentir-se único numa multidão de “iguais”.
Por fim, segurança exprime a ideia de
que o cliente exige confiança – é o fator invisível que o protege e lhe dá
confiança no que faz.
Durante o webinar, com início marcado
para as 11 horas a Asseco PST pretende partilhar ideias, soluções e apresentar
a sua oferta em cada um daqueles três pilares. A liderar as apresentações como
oradores estarão Eduardo Ferreira, Head of Digital & Channels Delivery da
empresa, e Miguel Ferreira, Security Consulting e Systems Leader.
Presente em oito mercados e três
continentes, a Asseco PST tem no seu portfólio de clientes mais de 60 bancos, o
que faz dela uma empresa de referência nos espaços de língua portuguesa onde
atua. Com mais de 30 anos de experiência e originária da Madeira, onde tem
instalado um centro de desenvolvimento de software no Funchal, integra desde
2015 a multinacional Asseco Group, um dos maiores fornecedores europeus de
software, cotado internacionalmente nas Bolsas de Varsóvia, Nova Iorque e Tel
Aviv.
Sobre
a Asseco PST
As raízes da Asseco PST remontam a 1988, no
Funchal (Madeira), decorrente da convicção de um grupo de profissionais na
importância decisiva das tecnologias de informação no setor financeiro, que
criaram a então Promosoft. Após dois anos a desenvolver de raiz a sua primeira
solução de gestão bancária, a empresa ganha o primeiro cliente em Portugal
através de uma recomendação da Universidade Católica. A aposta na
internacionalização logo nos primeiros anos de vida é um dos motivos pelos
quais a empresa detém uma significativa quota de mercado no seu setor, em
países como Angola, Moçambique, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe.
Em 2011, através de um exercício de rebranding e alteração acionista, a
Promosoft passa a chamar-se Exictos. Por esta altura, já atuava também em
Timor-Leste e Malta, a que se seguiria, em 2014, a Namíbia. Em 2015, foi
adquirida pelo Asseco Group, um dos maiores grupos europeus de TI, originário
da Polónia, com presença em mais de 50 países e um universo global de 24.000
colaboradores. Em 2018, é efetuado um novo rebranding,
assim nascendo a Asseco PST, responsável por um volume de negócios de 39
milhões de euros e um EBITDA superior a 10 milhões de euros em 2019.
