‘O Que É Amar um País. O Poder da
Esperança’,

de Tolentino Mendonça

Na sua mais recente obra, o cardeal madeirense reflecte sobre três
temas essenciais para a actualidade portuguesa, num tempo em que o confinamento
convida a reencontrarmo-nos enquanto indivíduos e comunidade.

  • O que é amar um país

No primeiro tema é
abordado o discurso de José Tolentino Mendonça nas cerimónias do Dia de
Portugal a 10 de junho de 2020, aqui publicado na íntegra.

  • Qual o sentido da palavra ‘esperança’ em
    tempos de pandemia

O segundo tema
está na origem de um texto intitulado ‘O Poder da Esperança’, publicado
originalmente no início da pandemia, e onde se viaja pelo meio dos clássicos,
da filosofia, da teologia e da poesia – como experiências da catástrofe e da
terapia de resposta.

  • De que forma a beleza, a graça e a fé podem
    combater a solidão e a calamidade do nosso tempo

Finalmente, o
livro encerra com onze textos dispersos que prolongam a leitura dos livros
anteriores de José Tolentino Mendonça em torno da necessidade da beleza e
contemplação em tempos de solidão, imprevisibilidade e dor extrema.

“E bem precisávamos de um homem do
humanismo e, portanto, da cultura, de um pensador, de um escritor, de um poeta
para nos falar da importância dos outros e da sua redescoberta, a começar nas
famílias, nas vizinhanças, nas amizades, da atenção aos mais pobres,
vulneráveis e dependentes, do pacto entre gerações, tentando ultrapassar o
abismo já cavado entre os mais e os menos jovens”.
— Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa

‘Sol da Meia Noite’,

de Stephenie
Meyer

O tão aguardado regresso ao universo de ‘Crespúsculo’ reconta o
romance que encantou milhões de leitores em todo o mundo, adaptado também ao
cinema. As 752 páginas de Sol da Meia-Noite, editado em Portugal pela Asa, narram
a história do ponto de vista do vampiro Edward Cullen, que se apaixona por
Bella Swan e vai finalmente ver a luz do dia.

‘Segunda Fundação’,

de Isaac
Asimov

É o terceiro romance publicado da Série Fundação, do mestre da ficção
científica Isaac Asimov, eleita a melhor série de ficção científica de todos os
tempos.

Acompanha a história de uma Fundação em ruínas, destruída pelo poder
mental do Mula, o mutante cuja existência Hari Seldon não conseguiu prever. Mas
há rumores de que, algures nos confins da Galáxia, existe uma Segunda Fundação,
criada para preservar o conhecimento da Humanidade durante os séculos de
barbárie. O Mula não a conseguiu encontrar da primeira vez, mas agora está
certo da sua localização. O destino da Fundação reside na jovem Arcadia Darell,
com apenas catorze anos, e a braços com um terrível segredo. Enquanto os
cientistas se preparam para um confronto final com o Mula, os sobreviventes da
Primeira Fundação dão início a uma busca desesperada. Também eles querem que a
Segunda Fundação seja destruída… mas por razões completamente diferentes.

‘Os Doentes do Doutor García’,

de Almudena Grandes

Depois da vitória de Franco na Guerra Civil Espanhola, o Doutor
Guillermo García Medina continua a viver em Madrid sob uma falsa identidade, a
mesma que o salvou de ser fuzilado e que foi um presente de Manuel Arroyo
Benítez, um diplomata republicano a quem salvara a vida uns anos antes.

Julgando que nunca mais o veria, acaba por encontrar-se com Manuel em
1946, deixando-se recrutar para uma missão secreta e muito perigosa: a de se
infiltrar na rede clandestina de evasão de criminosos de guerra fugidos do
Terceiro Reich para a Argentina, dirigida por Clara Stauffer, uma poderosa
mulher de nacionalidade alemã e espanhola, a partir do pacato bairro de
Argüelles.

Ao mesmo tempo thriller e romance de espionagem, ‘Os Doentes do Doutor
García’ é uma emocionante história que parte de acontecimentos reais pouco
conhecidos sobre a Segunda Guerra Mundial e o franquismo para construir
personagens que representam e evocam um dos momentos históricos mais difíceis
do século passado.

‘Neurómitos - Ou o Que Realmente
Sabemos Sobre Como Funciona o Nosso Cérebro’,

de Alexandre Castro Caldas
e Joana Rato

Será que, como se diz, usamos apenas 10% do nosso cérebro? Ou que os
cérebros das mulheres e dos homens são projetados para diferentes tipos de
competências? Ou que a emoção e a lógica estão separadas? Vários mitos
persistiram ao longo de séculos e noções erradas ainda vigoram na nem sempre
certeira sabedoria popular. A essas ideias, o neurocirurgião britânico Alan
Crockard chamou, de forma feliz, neuromitos. Será que pessoas mais intuitivas
utilizam mais o hemisfério direito do cérebro e pessoas mais analíticas o
esquerdo? E será que as crianças ficam hiperativas por consumirem lanches mais
açucarados? Ou que existem múltiplas inteligências?

Nestas páginas, o neurologista Alexandre Castro Caldas e a
neuropsicóloga Joana Rato desconstroem alguns dos ‘neuromitos’ mais frequentes,
para que não fiquemos embrenhados no meio da confusão das suposições, das
crenças e das superstições, e esclarecem o leitor quanto ao que realmente
sabemos sobre o funcionamento do nosso cérebro.