A União dos Sindicatos da Madeira juntou-se, esta tarde de quarta-feira, em frente à Quinta Vigia, como forma de
protesto contra a atribuição de subsídios a grandes empresas.

​Adolfo Freitas, dirigente do Sindicato da Hotelaria,
desafiou, hoje, o Governo relativamente ao anúncio de atribuição de subsídios
para os grandes grupos económicos e grandes empresas.

Relembrou a redução dos salários a que os
trabalhares foram prejudicados e afirma que o mesmo não se passou com as grande
empresas.

Em forma de protesto, a USAM entregou um "pacote sem fundo
daquilo que tem sido o resultado".

O dirigente afirma ainda que "não​ há retoma económica
enquanto houver redução dos salários".

Adolfo Freitas acrescentou: "Estamos a esgotar os nossos
recursos financeiros no País sob pena de no futuro o governo estar a financiar
as empresas para depois vir a colmatar com despedimentos nas empresas, porque
não basta o governo vir dizer que as empresas que recebem subsídios não podem
despedir."

Terminou com um desafio ao Governo "para que venha
publicamente dizer, nas medidas que tem sido apontadas desde Março até agora,
qual é o artigo na lei em que a entidade patronal, não é condenada por não cumprir".