O Presidente Miguel Silva Gouveia,
acompanhado pelo respetivo Executivo, foram recebidos pelo Presidente, Augusto
Mané e fizeram uma visita às instalações sediadas no Bairro da Nazaré.

Miguel Silva Gouveia começou por explicar o
propósito desta iniciativa, interrompida pela crise de saúde pública e que foi
agora retomada na freguesia de São Martinho, “só com proximidade e auscultando
as populações e as entidades que representam as comunidades, é que conseguimos
construir uma cidade mais sólida e mais solidária. Estas são visitas onde, para
além da hospitalidade, temos encontrado uma enorme vontade de todos em
contribuir para o desenvolvimento social, cultural e desportivo do Funchal”.

A
ACRAM é uma organização sem fins lucrativos que tem por objetivo preservar e
divulgar a cultura africana na Região Autónoma da Madeira e promover a
integração dos imigrantes africanos na
sociedade madeirense. Realizam inúmeras atividades que visam a promoção do
diálogo intercultural, a sensibilização para a multiculturalidade e a
divulgação da cultura africana, com toda a sua musicalidade, ritmos,
gastronomia e artesanato.

O Autarca referiu que a CMF procura conhecer no
terreno todas as entidades que desenvolvem políticas e iniciativas de interesse
municipal, “estamos aqui para ver o trabalho desenvolvido numa área de
intervenção social tão importante, que luta pelos direitos das minorias étnicas
e pela defesa da identidade cultural. Queremos perceber igualmente de que forma
é que a Câmara Municipal pode colaborar com a ACRAM, neste caso através do
nosso programa de apoio ao associativismo, que todos os anos atribui
financiamento a associações e entidades que desenvolvam atividades que ajudem a
comunidade e a nossa cidade a crescer”.

O Presidente terminou salientando que “todos nós
queremos ter um Funchal verdadeiramente unido, e o que estamos a demonstrar e temos
também recebido nestas visitas por parte das entidades, é que o Funchal é muito
maior que um orçamento chumbado. Fica a certeza de que o Funchal vai continuar
com aqueles que tiverem à altura da responsabilidade, com aqueles que se unem
em torno da cidade, com estratégias e soluções que sejam verdadeiramente estruturantes
e inclusivas”.