A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação foi 0,932% em junho (0,903% no mês anterior). Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro subiu de 0,845% em maio para 0,900% em

Segundo os dados divulgados esta manhã pelo Instituto Nacional de Estatística, apesar de igualar pela primeira vez as taxas de juro cobradas nos Açores, num registo que não ocorria desde Abril de 2009, quando na Madeira pagava-se 4,030% e no arquipélago vizinho 4,072%, o capital em divida é muito distinto entre as duas regiões.

Se na Madeira cada pessoa com crédito à habitação deve, em média, 57.788 euros, a prestação total no mês em causa foi de 234 euros, 193 dos quais de capital amortizado e 41 de juros. Na outra região autónoma o capital em dívida é de 50.672 euros, com prestação média de 204 euros, 168 dos quais capital amortizado e 36 euros de juros.

Refira-se que apesar da taxa de juro ter aumentado em Junho face a Maio, não só o capital em dívida pelos madeirenses baixou face aos 57.921 euros do mês anterior, como a prestação média baixou (era de 237 euros), sobretudo porque o capital amortizado diminuiu quatro euros (era de 197 euros), embora a referida taxa de juro tenha aumentado um euro (era de 40 euros).

A nível nacional, a "taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação foi 0,932% em Junho (0,903% no mês anterior). Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro subiu de 0,845% em Maio para 0,900% em Junho", refere o INE.

No mês em análise, "o capital médio em dívida aumentou 116 euros, fixando-se em 54.126 euros" e a "prestação média subiu 1 euro, para 228 euros". Ou seja, a Madeira tem uma taxa de juro superior à média nacional, o que significa que o valor pago pelos juros é menor, mas por outro lado o capital médio em dívida é muito superior, a prestação total é de mais seis euros e o capital amortizado, também, é de sete euros a mais.