Miguel Nunes era um homem naturalmente feliz, depois de entrar a ganhar na primeira prova do Campeonato Regional de Ralis, no concelho da Calheta. A pilotar o seu novo Skoda Fabia R5 Evo, o tricampeão falou ao DIÁRIO e disse que "o infortúnio" de Alexandre Camacho - que deu um toque numa levada -, acabou por mudar "um pouco" a forma como encarou o resto da prova.
Entrámos bem na primeira classificativa e isso marcou um pouco o ritmo do rali. Depois, na segunda classificativa o Alexandre teve um infortúnio e isso mudou um pouco a nossa forma de encarar a prova.
"O que nós desejávamos era começar o ano com uma vitória. Sabíamos que seria certamente muito difícil. Estamos muito satisfeitos e tivemos de trabalhar muito para chegarmos aqui competitivos. Entrámos bem na primeira classificativa e isso marcou um pouco o ritmo do rali. Depois, na segunda classificativa, o Alexandre teve um infortúnio e isso mudou um pouco a nossa forma de encarar a prova", atirou Miguel Nunes, sem esquecer o seu mais directo perseguidor na Costa Oeste: Pedro Paixão.
"O Pedro Paixão esteve muito bem,
porque apercebeu-se, se calhar, de alguma facilidade da nossa parte, e atacou forte.
Por isso, tivemos de nos aplicar muito", vincou o piloto madeirense, que ainda aproveitou para dizer que o Skoda Fabia R5 Evo "é um carro fantástico".

