Para
assinalar o Dia da Região Autónoma da Madeira e das Comunidades Madeirenses, os
deputados socialistas à Assembleia da República Marta Freitas e Paulo Porto
Fernandes, eleitos respetivamente pelos círculos eleitorais da Madeira e da
Emigração, promoveram uma iniciativa via internet, junto das nossas
comunidades, através das Casas da Madeira de São Paulo e Santos (Brasil),
Canadá e África do Sul.

Tendo em
conta a sua atividade, que os impediu de estarem presentes nas comemorações
oficiais do Dia da Região, os parlamentares decidiram assinalar desta forma
esta data importante para todos e todas as madeirenses e porto-santenses, juntando, assim, alguma
da nossa diáspora.

Os
deputados eleitos à Assembleia da República procuraram reunir várias Casas da
Madeira numa transmissão em direto, via rede social, no que consideram ser uma
conversa, ou «uma porta aberta para um canal de diálogo entre a Assembleia da
República e a Comunidade Madeirense», colocando, assim, o foco nos emigrantes
madeirenses.

Este foi
um encontro inédito entre as Casas da Madeira no mundo, por esta via,
iniciativa esta que os deputados desejam dar continuidade num movimento de
proximidade com a diáspora. Como tal, procurarão prosseguir este ciclo de
conversas com outras Casas da Madeira e demais associações que trabalham junto
das comunidades, sendo esta uma forma de ir ao encontro da população emigrante,
dando conta do trabalho realizado no âmbito da casa da democracia portuguesa.

Nesta
ocasião, Marta Freitas e Paulo Porto Fernandes mostraram preocupação em relação
à situação vivida pela diáspora nesta fase de pandemia, apontando o facto de o
encerramento de fronteiras aéreas ter impedido a visita de muitos emigrantes
aos seus familiares que residem na Região Autónoma da Madeira, ou àqueles que
procuravam passar férias nas suas casas durante este período necessário de
confinamento. Por outro lado, adiantam que estas medidas restritivas e o
distanciamento social permitiram que os meios digitais viabilizassem uma maior
comunicação e permitissem uma proximidade entre os madeirenses residentes na
Região e os que estão na diáspora, mesmo que de forma virtual.