O deputado municipal Pedro Gomes acusa o
Executivo da Câmara Municipal do Funchal de transformar o Funchal numa cidade
“sem obra, sem investimento e sem oportunidades” e de apresentar a mais baixa
taxa de execução de que há memória
Por isso, considera “inaceitável” que a cidade
não tenha “uma gestão” para “melhorar a qualidade de vida dos funchalenses, dos
investidores, dos comerciantes, dos trabalhadores, dos jovens e dos idosos”.
Pedro Gomes diz que é preciso “responsabilidade,
coragem, transparência e honestidade para gerir um Município”, algo que “tem
faltado”, reforça, reiterando que o PSD defende “mais segurança na Cidade, mais
apoios para os comerciantes e investidores, mais rendimentos para as famílias,
mais protecção aos funcionários municipais e uma aposta clara e decisiva tanto
na juventude quanto na população idosa que, mais do que nunca, precisa de ser
apoiada”.
Apela, igualmente, a um “compromisso” pela
cidade que garanta o investimento e que permita a concretização de uma
estratégia que cubra as especificidades de cada zona, desde a baixa às zonas
altas.
Afirmo ainda que “há um oceano que separa um
social-democrata de um autocrata” e fez questão de frisar que é, no mínimo,
estranho, que um presidente de Câmara “que se diz independente” discurse em
congressos do PS e depois ainda diga nos media que é um social-democrata.
“Ser um social-democrata é executar aquilo que a
maioria aprova nesta Casa. É devolver rendimentos às famílias, ajudar os jovens
e cuidar dos idosos e apostar em políticas de habitação. É apoiar os
comerciantes, os investidores e os trabalhadores, promovendo a empregabilidade
e é igualmente garantir que os trabalhadores vejam os seus direitos
respeitados. É também investir a 100% e não a 37%”, rematou o deputado
municipal.

