O Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Silva
Gouveia, referiu hoje, na Sessão Ordinária da Assembleia Municipal, que a
Autarquia acaba de ver homologada a sua conta de gerência relativa ao ano
económico de 2016.

A verificação interna executada pelo Tribunal de Contas este
ano implicou a análise e conferência da conta, com a demonstração numérica das
operações realizadas e integradoras do débito e do crédito da gerência, tendo
incidido ainda sobre os respetivos saldos de abertura e de encerramento. “O
relatório é inequívoco na sua aprovação, não tendo apontado qualquer situação
de irregularidade”, enalteceu o Presidente.

O autarca, que tem o pelouro das Finanças no Funchal há
cerca de seis anos e meio, sublinha, a par do relatório emitido, que “é com o
sentimento de dever cumprido que constatámos a homologação, pelo Tribunal de
Contas, desta que é a nossa terceira conta de exercício, desde que estamos em
funções.”

“Tal como aconteceu relativamente a 2014 e 2015, esta volta
a ser uma avaliação imaculada, perante qualquer tipo de situações suscetíveis
de gerar responsabilidade financeira, afirmando de forma indiscutível o rigor e
a responsabilidade que este Executivo veio incutir na gestão financeira da
Câmara, depois de muitos anos turbulentos, que levaram, inclusive, a que o
Funchal tivesse de recorrer a três resgates e vários acordos de pagamento para
poder honrar os seus compromissos com os demais parceiros comerciais.”

O Presidente reforça que “a análise interna do Tribunal de
Contas foi perentória, conforme o relatório redigido, e deve servir de
referência a todos aqueles que continuam a tentar menosprezar a atual gestão
financeira do Município, e a desejar que as contas do Funchal não sejam o que
parecem. Felizmente, o trabalho e os compromissos cumpridos falam por nós, e
este reconhecimento de transparência por parte de uma entidade como o Tribunal
de Contas é algo digno do maior registo.”

“São muitos os desafios que se avizinham ao Funchal no
próximo ano, mas o que podemos assegurar à população é que vale a pena ter
confiança no futuro, com investimentos financeiramente responsáveis, com
sustentabilidade económica, ambiental e social, e garantindo uma gestão
transparente acima de tudo”, concluiu Miguel Silva Gouveia.