A avaliar pelo histórico foi, em termos de volume de negócios o melhor ano da década iniciada em 2011 (dados reportam a esse ano), sabendo-se do estado em que está a economia regional deste ano pandémico de 2020, com impacto em praticamente todos os sectores, este ano seguramente ficará como marco final de um período de recuperação de uma crise que demorou quase 10 anos e estava bem encaminhado para continuar em crescendo.

"As remunerações dos trabalhadores de Comércio rondaram os 139,1 milhões de euros, com um aumento (a preços correntes) de 7,5% face a 2018", analisa, revelando-se também aqui um ganho que cresceu em quase 10 milhões de euros.

"As 3.642 empresas (-0,2% face a 2018) em atividade no setor do Comércio distribuíram-se entre 542 empresas dedicadas a Comércio, manutenção e reparação de veículos automóveis e motociclos (14,9% do total), 947 vocacionadas para o Comércio por Grosso exceto de veículos automóveis e motociclos (26,0%) e 2.153 relativas a Comércio a Retalho exceto de veículos automóveis e motociclos (59,1%)", divide a DREM.

Grossistas pagam melhor a menos gente

Já o subsetor Grossista abrangeu 26,9% (3.568 pessoas) do pessoal ao serviço e 31,2% (43,5 milhões de euros) das remunerações totais, enquanto ao subsetor retalhista, com 58,9% do pessoal (7.806 pessoas), correspondeu apenas 54,8% (76,3 milhões de euros) das remunerações da atividade de Comércio", refere, o que dá uma média de remunerações de 12.191,7 euros nos grossistas e 9.774,5 euros nos retalhistas.

A verdade é que também têm o maior volume de negócios. Na atividade de Comércio, o volume de negócios "concentrou-se principalmente (46,9%) no Grossista (990,8 milhões de euros), tendo 43,1% (909,1 milhões de euros) correspondido ao subsetor do Retalho e 10,0% (211,4 milhões de euros) ao subsetor Automóvel (abrangendo vendas e manutenção)".

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