É uma mensagem de optimismo veiculada por Rodrigo Faria, da Informa D&B. Cerca de 70% das 500 maiores
empresas da Madeira têm um nível de resiliência elevado ou médio-alto, o que "é
um número bastante optimista e muito positivo, porque compara com cerca de 40%
de todo o tecido económico nacional".
Outra nota de registo é que 83% das 500 maiores empresas da
Madeira "têm um risco de failure reduzido, o que comprova a robustez" destas sociedades. Argumentos que fazem com que estas empresas demonstrem "capacidade para resistir a estes choques económicos".
Segundo Rodrigo Faria, as 500
maiores empresas da Madeira “são um pilar na economia da Região” e “representam
cerca de 50% do tecido económico”. Aliás, esta é “a segunda Região do país que
mais impacto sofreu”, devido à pandemia, com números muitos próximos aos do Algarve.
Os sectores que mais impacto sofreram, na Madeira, prendem-se com aqueles serviços onde é "quase impossível evitar o contacto pessoal e a
proximidade com os outros". Alojamento e Restauração (97%), Serviços Gerais (63%)
e Retalho (50%) são os mais afectados pelas restrições.
