Foi hoje inaugurada a edição especial da Feira do Livro
do Funchal, iniciativa cultural que decorre sob o mote ‘Livros e Direitos’ que pretende apoiar os livreiros, editores e
alfarrábios do concelho na comercialização dos seus livros.
Miguel Silva Gouveia referiu que, num ano atípico marcado
pela pandemia, a Autarquia tem procurado adaptar a sua programação cultural e a
Feira do Livro cem responder às necessidades do momento. “Os comerciantes do
Funchal têm feito um enorme esforço ao longo dos últimos meses para manter as
portas abertas e é nosso dever fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para
manter uma programação cultural na rua, que apoie as vendas em tempo de crise e
dinamize a economia local”, frisou o presidente da Câmara.
Esta iniciativa camarária representa um investimento
municipal de 50 mil euros e decorre diariamente das 10h às 19 horas, contando
com a presença de 18 livreiros e alfarrabistas, entre os quais a FNAC, Livraria
Esperança, Papelaria do Colégio, Leya, Joias da Cultura, Julber e Crerital,
entre outros.
Para além do espaço para a compra de livros, haverá um
pavilhão para as apresentações e lançamentos de livros, sendo seis deles editados
ou apoiados pela Câmara Municipal do Funchal.
Miguel Silva Gouveia recordou que durante o primeiro
estado de emergência nacional “este Executivo encarou a cultura como um bem
essencial e distribuiu gratuitamente, ao abrigo do programa ‘Livros Pedidos’,
cerca de 30 mil livros a 2500 famílias do Concelho do Funchal que estavam
confinadas em casa, como forma de manter a relação com a literatura”.

