O PCP deixou hoje o compromisso de continuar a combater a pobreza e as desigualdades sociais,
numa altura em que a Madeira tem 32% da sua população a viver em risco de pobreza,
o que equivale a 81 mil madeirenses e porto-santenses.
Os números hoje
apontados durante uma iniciativa política na Rua Fernão de Ornelas, no Funchal,
são de 2019, pelo que o PCP acredita que haja muitos mais madeirenses em dificuldades,
fruto da pandemia e de 44 anos de “política ao serviço dos grandes grupos
económicos” que acentuaram as desigualdades e a injustiça social.
O aumento do número de desempregados na Região é outro indicador do
agravamento da situação económica e social apontado pelo PCP que recorda que a Região
representa, neste momento, 4,6% do desemprego do País, com 18.900 desempregados,
correspondendo a um crescimento percentual cinco vezes superior à média
nacional.
Por isso, diz que é necessário actuar sobre as suas causas, combatendo os
baixos salários, a precariedade laboral e a degradação de serviços públicos, garantindo
o aumento das reformas, e uma mais justa distribuição de riqueza.

