
Os votos de um excelente 2020. Esperemos que seja um Bom Ano. Para a Madeira, que a nossa Região continue a crescer economicamente. Que o desemprego continue a diminuir. Estamos, aliás, quase em pleno emprego. Que continue a haver bom investimento público e privado. Que as Famílias e as Empresas continuem a ter mais rendimentos, seja através dos seus vencimentos seja através dos lucros. Que se continue a diminuir a carga fiscal sobre as Pessoas, as Famílias e as Empresas, tornando a Região mais justa e competitiva. Que se mantenha a política de Oportunidades iguais para todos e de valorização pessoal. Sem exclusões. Seja na Educação seja na Saúde que são duas áreas fundamentais. Que os apoios Sociais continuem a chegar aos que mais necessitam. Que se continue a preparar a Região para o Futuro continuando a apostar em novas áreas económicas, aumentando as exportações, apostando nas Políticas do Ambiente, no Turismo, na Cultura, na Tecnologia, reforçando a aposta no Centro Internacional de Negócios, na valorização da nossa potencialidade geográfica atlântica e no aprofundamento da Autonomia Regional em especial na área fiscal. Que se continue a apostar na Mobilidade forçando o governo da República a desistir do autentico garrote que impinge à Madeira. Que se continue a apostar numa relação privilegiada com as nossas Comunidades. Se continuarmos a ter esta Visão temos todas as razões para continuar otimistas e a acreditar em nós.
Já a nível nacional infelizmente as minhas expetativas são pessimistas. Portugal vai continuar a ser gerido pela mediocridade ou, na melhor das hipóteses, pela mediocracia. Não se vislumbra uma alteração de rumo. O PS com a extrema esquerda vão manter a sua política e gestão ideológica que tem levado ao caos no serviço público de saúde; à diminuição da qualidade no ensino público; ao enorme sentimento de impunidade na sociedade portuguesa; no desinvestimento nas forças de segurança; no caos nos transportes públicos; no aumento das desigualdades entre portugueses em especial entre os pobres e classe média (também pobre) em relação aos outros portugueses que (ainda) têm possibilidade de pagar as alternativas aos péssimos serviços públicos em especial na saúde, nos transportes e na educação. Também não se espera que diminua o confisco fiscal contra as Famílias, contra as Pessoas e contra as Empresas. Aliás, na minha opinião, em Portugal estão a ser criadas todas as condições para “uma tempestade perfeita” devido precisamente à atual política ideológica do PS/extrema esquerda que está a levar a que as desigualdades e a falta de oportunidades estejam a aumentar vergonhosamente em Portugal. A continuar neste ritmo nós vamos pagar caro por este desvario ideológico.
Já a nível mundial vamos continuar a assistir a um mundo cada vez mais polarizado onde as Instituições multilaterais vão ter maiores dificuldades e menor relevância. O que é profundamente lamentável e perigoso. Apesar de eu não acreditar numa “crise económica mundial” - pelo menos para já - a verdade é que os crescimentos económicos vão ser insuficientes para acalmar o descontentamento daqueles que se sentem excluídos. Os regimes autoritários vão continuar a se expandir e a fuga de autenticas massas humanas dos países pobres vai continuar a crescer. Mas termino com números, apesar de tudo, otimistas. Na sua habitual crónica no The New York Times, Nicholas Kristof escrevia, na semana passada, que o ano 2019 foi o melhor ano de sempre. E porquê? Porque 118 milhões de pessoas tiveram acesso, pela primeira vez, à eletricidade; 73 milhões tiveram acesso, pela primeira vez, a água potável; 237 milhões acesso ao online. A mortalidade infantil no Mundo atingiu o seu mínimo histórico. Sejamos otimistas. Afinal se quisermos somos capazes.