Paula Cabaço, Secretária Regional do Turismo e Cultura, esteve ontem na Calheta para acompanhar in loco os trabalhos que estão a ser desenvolvidos pelos alunos da turma de 9º ano da Escola Básica e Secundária da Calheta que participam no projecto de sensibilização para o Turismo ‘Madeira Somos Nós’.
A iniciativa que integra o programa de Comemorações dos 600 Anos foi recentemente apresentada e visa dar a conhecer o melhor, a nível turístico, de cada concelho, através de trabalhos realizados por estudantes de 9º ano. No caso destes alunos da Calheta, visitaram diversos locais de importância turística, desde o MUDAS. Museu de Arte Contemporânea da Madeira aos Engenhos da Calheta, a praia, miradouros, e, inclusivamente, interagindo com profissionais das unidades hoteleiras do concelho, no que constitui a primeira fase deste projecto.
“Esta campanha, inédita, visa sensibilizar os mais jovens para a importância do Turismo na Região, dando-lhes a conhecer a sua longa tradição e história, mas, também, reforçando-lhes o conhecimento sobre o grande impacto deste setor na economia e o seu contributo para o PIB e para a criação de emprego”, refere nota da secretaria do Turismo e Cultura.
Ao mesmo tempo, “visa afirmar que estamos perante um sector com muitas oportunidades, inclusivamente diferentes daquelas que existiam há uma geração. Hoje as oportunidades, no Turismo, são cada vez mais diversas e transversais e há um leque alargado de opções que podem ser escolhidas, de acordo com as vocações, para fazer parte daquele que é considerado o melhor destino insular do mundo”, explicou a Secretária Regional, tendo sido exactamente esta a mensagem que procurou transmitir aos alunos.
Em suma, tal como afirmou Paula Cabaço, aquando da apresentação pública do ‘Madeira Somos Nós’, “também neste caso as celebrações dos 600 Anos não se limitam a olhar ou a redescobrir o passado. Ajudam-nos, sim, a pensar e a preparar o futuro e a deixar uma marca junto das novas gerações”, além de que, no final desta campanha de sensibilização, “os jovens, independentemente das opções que venham a fazer para o futuro, retirarão, desta experiência, o conhecimento das dinâmicas do sector e, enquanto madeirenses e cidadãos, darão, certamente, continuidade ao nosso maior trunfo, «o saber receber»”.

