Embora o Porto Santo seja um terra árida é possível fazer agricultura e criar insectos para produzir e contribuir para um melhor ecossistema.
Inserido no programa do ‘Porto Santo Fest’, realizou-se, esta tarde, na Sala Exposições dos Paços do Concelho, uma tertúlia sobre o tema ‘Abelhas, direitos, ambiente e desenvolvimento’.
Estiveram presentes várias pessoas ligadas ao sector da apicultura, como foi o caso do engenheiro Francisco Faria, da direcção regional da Agricultura, que disse que o papel das abelhas é fucral “são responsáveis por cerca 80 por cento da polinização que é feita”.
O engenheiro salientou ainda que “se deixasse de haver as abelhas a polinização seria muito reduzida, 15 a 20 por cento, e isso iria ter consequências a nível da reprodução das espécies e da sua continuidade”.
Já o apicultor portosantense Henrique Rodrigues disse ao DIÁRIO que “numa ilha pequena como é o Porto Santo, as abelhas fazem cada vez mais sentido”.
“Em tempos ficamos desprovidos deste insecto, mas há cerca de cinco anos estamos a implementar a abelha”, referiu, apontando que os benefícios são muitos, mas o principal “é a produção de mel e néctar”.

