“Por volta da 0h00, a minha filha de 15 meses, deu entrada no vosso serviço, muito queixosa do braço direito e com um ligeiro inchaço. Após passar pela triagem, foi reencaminhada para o vosso serviço de ortopedia. Uma espera curta, no consultório, encontrava-se um médico (com a preocupação e angústia, minha esposa nem reparou no nome do médico que ia examinar nossa filha, só queria uma solução para tamanho sofrimento). Após uma análise ao braço a “olho” pelo vosso especialista da área, ficou logo definido que não era “PARTIDO”, mas sim uma “pronação dolorosa” (articulação sai do lugar), entretanto entrou no consultório outro médico de idade mais avançada e o médico que já la estava de menor idade, decidiu fazer umas manobras “macabras” no braço da nossa filha (que a fez GRITAR cegamente de dor) de modo a endireitar... disse ele...mas...(sabe-se lá o quê!?!?) e no fim ainda diz: “Ouviram o estalo??” Pediu para aguardar na sala de espera e pouco tempo depois chamou para verificar se a bebé já mexia o braço, indicou que em poucos dias iria passar e tinha de tomar apenas Ben-u-ron.
RESULTADO: a nossa filha continuou queixosa, sem qualquer melhoria e no dia 16/01/2019 deu entrada na Clínica da Sé, ao qual o Dr. que a recebeu pediu de imediato um raio-x e foi logo detetado que tinha o antebraço partido.
Agora pergunto eu, que raio de serviço estão os vossos “excelentes” profissionais a prestar no nosso serviço de saúde? Uma criança de 15 meses, com um quadro destes, questiono que “raio” de atenção/atendimento lhe deram? Se fosse uma filha vossa, o atendimento iria ser o mesmo? Se fosse uma filha vossa, iriam deixar passar tamanha Negligencia!?!?
Resumo: Menina de 15 meses, com braço partido e em sofrimento, durante 6 dias!
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