“A importância de envolver a diáspora madeirense nas comemorações dos 600 anos do descobrimento do Porto Santo e da Madeira”, foi a primeira das conclusões do Fórum Madeira Global que reuniu, hoje, representanets das diversas comunidades madeirenses espalhadas pelo mundo.

As comunidades querem participar nas comemorações dos 600 Anos e propõe que seja organizada uma exposição itinerante que percorra as principais cidades onde residem madeirenses. Para 2020, é proposto um “grande encontro da Diáspora 600 anos”.

O fórum voltou a defender o direito de voto dos emigrantes nas eleições regionais: “Reconhecendo a unicidade da cidadania portuguesa, consagrada na Constituição, evidencia a urgência de consagrar a qualidade de cidadão madeirense, consagrando a extensão do direito do voto mas eleições para a ALM aos cidadãos madeirenses residentes fora do território da Região, através da alteração da lei eleitoral e do Estatuto Político-Administrativo”.

Foi ainda destacada a participação cívica e política nos países de acolhimento, com referência especial à eleição de Diogo Rodrigues para mayor de Bridgewater e de Carlos Castro como mayor de Crowley, no Reino Unido.

Foi novamente sugerida a criação de uma Secretaria Regional da Diáspora Madeirense.

Um dos principais pontos das conclusões, motivo de um aplauso especial da assembleia, foi a “solidariedade incondicional” manifestada à comunidade residente na Venezuela.

O fórum saúda a cooperação entre os governos regional e nacional e recorda “os compromissos de ajuda aos que residem naquele país e aos que entendam regressar”.

O Fórum Madeira Global defende esforços redobrados das administrações, nacional, regional e local, “no sentido de encontrar soluções para situações excepcionais, ao nível a saúde, educação e habitação, para a integração dos que regressam à Madeira,

O fórum saúda a ordenação episcopal de D. José Tolentino Mendonça que foi o conferencista convidado do fórum em 2017.