Há quanto tempo.

passaram os anos, onde estás!

O teu apito que suava...

No momento!... não paravas, corrias naquele!...

No agora, neste presente, campo Adelino Rodrigues.

Mas naquele passado remoto.

Há como me lembro de ti.

Jamais te esqueci.

Que saudade!

Nem um cartão do teu bolso saiu, para mim!

A bancada estava cheia e tu eras o juiz, do jogo, há como eu gostava.

Encontrei, teu filho numa das ruas da nossa cidade.

Ele, parou, então perguntei!, teu pai!..., olhando para mim.

Respondeu-me!..., reformado!

De ti falou.

Disse-lhe foi na década de noventa! estive na sua homenagem!

Na parreira, depois emocionado, era bom de qualidade.

Comprimentos meus!

Agora que descanse!..., muito correu.

Naquelas horas,sem demora,em que alguns deram valor!

Adeus, até a dia, comprimentos meus!

Miguel Ângelo