O jogo de hoje, foi o III Uruguai-Portugal, realizado entre estas duas selecções, foi um jogo referente aos oitavos-de-final, desta 21.ª edição do Campeonato do Mundo-Rússia 2018, realizado no Estádio Fisht, em Sochi e arbitrado por César Ramos, de nacionalidade mexicana, auxiliado por Marvim Torerntera e Miguel Hernandez, cujo resultado foi favorável ao vencedor do Grupo A, o Uruguai1, por 2-1, 17.º do ranking da FIFA, sendo esta a sua 13.ª participação em fases finais de campeonatos do Mundo, tendo sido na 1.ª edição realizada no seu país no ano de 1930, o primeiro campeão do Mundo de futebol, tendo repetido a proeza, em 1950, onde foi de novo campeão, frente ao Brasil, em pleno Maracanã, Rio de Janeiro, no dia 16 de Julho de 1950.

No historial entre estas duas selecções, de registar em 26 de Junho de 1966, a vitória de Portugal frente ao Uruguai por 3-0, jogo de carácter particular e integrado na preparação para o 9.º Campeonato do Mundo a realizar nesse mesmo ano em Inglaterra. O 2.º confronto efectuou-se em 2 de Julho de 1972, cujo resultado, foi num empate de 1-1, integrado na Copa de Independência do Brasil de 1972.

Jogo de hoje e referente aos oitavos-de-final, deste campeonato do mundo, o chamado “mata-mata”, cujo resultado nos foi desfavorável, tendo-se esfumado o sonho de a selecção de Portugal, poder chega mais longe, se não fosse o talento de Edinson Cavani, aquele número 21, que logo ao minuto 7, liquidou as nossas esperanças, com um soberbo golo, tendo repetido o feito ao minuto 62, bisando na partida com um golaço, passados 7 minutos após o empate, por intermédio de Pepe.

Alguns factores contribuíram para a não continuidade de Portugal, neste Campeonato do Mundo, a pouca eficácia de alguns jogadores portugueses, que tiveram muitos furos abaixo, daquilo que são capazes de fazerem, porque talento não falta a muitos deles; o anti-jogo demasiado denunciado por parte de alguns jogadores da selecção sul-americana, e finalmente e porque não denunciar a influência negativa, que teve para Portugal, por parte do árbitro mexicano César Ramos.

No fundo a selecção de Portugal, actual campeão da Europa, volta para casa mais cedo, sem honra nem glória.

Mário Silva Jesus