O presidente da Câmara Municipal do Funchal acaba de discursar perante 800 emigrantes radicados em Londres num jantar com sala completamente ‘à cunha’, e defendeu “ser muito importante, diria muito importante, que os emigrantes que já votam para Assembleia da República também votem para a Assembleia Legislativa da Madeira. Também deveriam escolher o presidente da Madeira e os deputados. Era algo que gostaria de ver que isso fosse possível”.

Paulo Cafôfo que além de ser autarca já anunciou publicamente a sua candidatura à liderança do Governo Regional disse que embora gostasse que isso acontecesse já no próximo ano, o desejo não vai acontecer, “mas para as outras Eleições “Regionais iremos tentar que seja possível” para que assim os emigrantes madeirenses possam eleger o líder do Executivo insular.

Mas o que é que o edil pode fazer pelos madeirenses em Londres? Ou melhor: “O que é que eu posso fazer” reforçou a questão. “A nível do Governo da República posso ser a voz na defesa dos vossos interesses”, expressou, recordando o diálogo que manteve com o Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas dando conta de algumas preocupações que o DIÁRIO tem vindo a dar conta desde que o autarca chegou à capital londrina.

Cafôfo afirmou que o Governo Regional deve ser responsabilizado pelo modelo de nomeação do Conselho das Comunidades Madeirenses defendendo que devem ser os emigrantes a elegerem quem quer que os representantes.

Leia mais na edição impressa de amanhã