1ª- Na qualidade de motorista de Táxi vejo-me obrigado a pronunciar-me sobre invejosos falsos salvadores desaguando diarreias de mentiras e odio. Não tenho compromissos que me impeçam dar a minha opinião. E não sou de guardar rancor toda a vida. Por isso chamo isso a lepra da humanidade. Todos seres-humanos eramos e quando reconhecemos merece uma nova oportunidade. Sou homem livre convicto a denunciar com respeito. E na anterior carta do leitor fui bem explícito. 2ª- Mas alguém sente-se estorvado e em vez de refletir continuam a se afundar mais. Falei com transparência. E sempre esforcei-me para o bem da classe, deste património. Na minha correta obrigação. Respeito, seriedade, trabalho. Ao contrário de alguém na força implacável dos erros continuam errando desrespeitando as constituições e a Lei. 3ª- Como podemos acreditar nestas pessoas tão radicais para destruir associação Aitram-Taxis. Quando incentivam a desordem e metem veneno dizendo para outros motoristas de táxis não assinar o contrato que foi feito com muito mérito e rigor entre “António Loreto e Sessaram”. Este protocolo só vem engradecer este serviço de transporte e a nossa imagem. Entre taxistas doentes e direção do Sessaram. 4ª- Como podemos acreditar nestes senhores armados em ricos dizendo que não precisam do serviço de saúde por ter serviço no Porto acostável de navios. Como podemos acreditar nestas pessoas que eram membros da direção. Aitram-taxis e puxaram o tapete a António Loreto apunhalando-lhe pelas costas. Caros colegas vocês acreditam se quiserem. E para terminar quero dirigir-me a vocês todos. Tenham juízo. E não acreditam em revolucionários que só procuram a desordem, querendo desestabilizar o que esta bem feito. Como vós sabeis os ideais do radicalismo nunca sérvio a ninguém. Basta olhar pelo Mundo. O António Loreto a frente da direção da Aitram-Táxis será sempre melhor para os motoristas de táxis do campo.
João Sousa