Decorreu hoje, no Funchal, a primeira Corrida/Marcha Nacional de Professores, iniciativa organizada pelo Sindicato dos Professores da Madeira (SPM), em parceria com a Associação de Atletismo para celebrar os 40 anos do sindicato. Segundo o Coordenador, Francisco Oliveira, esta corrida significa uma abertura do SPM a toda a sociedade, abertura que é “extensível às escolas que não se fecham sobre si próprias mas trabalham em parceria com a sociedade”.
A organização conseguiu juntar cerca de 500 pessoas, desde comunidade escolar, alunos, professores, educadores e muitas pessoas que nada têm a ver com a área da educação. Um número que satisfaz a organização que aproveitou para mostrar a importância do educador e do professor na sociedade, através de uma iniciativa saudável.
“Habitualmente o sindicato aparece na rua para reivindicar alguma coisa, mas desta vez estaremos na rua para celebrar com a sociedade a importância da profissão docente”, referiu Francisco Oliveira mostrando-se feliz por organizar a primeira corrida/marcha nacional de professores com a participação de docentes de todo o território português, num convívio entre docentes, atletas e população em geral.
O SPM recebeu 18 inscrições de professores continentais e duas de professores açorianos. No entanto, devido aos constrangimentos no aeroporto da Madeira, relacionados com o mau tempo, nem todos chegaram a tempo, pelo que a estimativa aponte para 10 participações nacionais.
Os participantes saíram da sede do SPM em direcção à rotunda do Porto, atravessaram toda a Avenida do Mar até à Praça da Autonomia. Subiram a Rua 31 de Janeiro, passaram pela Câmara do Funchal e passaram por diversas ruas do coração da cidade, voltando ao ponto de partida, na Sede do SPM. A intenção, segundo Francisco Oliveira, foi “fazer um percurso que ligasse o SPM à cidade do Funchal”.
Terminada que está a primeira corrida do Sindicato dos Professores, o coordenador não tem dúvidas de que é uma iniciativa que tem uma grande margem de crescimento e será “para repetir”.





