Pedro Calado espera que a operação charter “seja a última” que o Governo Regional tenha de custear para trazer os estudantes madeirenses até à Madeira, “porque se assim for é sinal que a situação do subsídio de mobilidade já estará resolvida”.
As declarações do vice-presidente do Governo Regional surgiram no âmbito da cerimónia de inauguração da BioNeoClinic, na Rua do Seminário, presença que foi aproveitada para Pedro Calado mostrar-se “muito satisfeito” com a venda da segunda operação charter para a Páscoa.
“Cumpriu-se a promessa do Governo Regional em ajudar os estudantes universitários. Nós ajudámos os mais carenciados, no Natal, ajudámos nesta primeira operação de charter, que infelizmente não foi totalmente assimilada conforme tínhamos definido nas nossas regras, porque tínhamos pedido para que respeitassem as ordens de chegada dos estudantes universitários. Infelizmente isso não foi respeitado por algumas entidades e nós vimo-nos forçados a encontrar uma segunda operação, em que fosse respeitada a ordem de chegada. Foi isso que conseguimos hoje”, congratulou-se o número dois do executivo madeirense, visivelmente feliz por poder trazer a casa 309 jovens.
“Desta forma deixam de ter de adiantar o preço que ronda os 480 e 500 euros para vir nesta altura à Madeira”, observou.

