A propósito da notícia “Filha de Paulo Martins deixa de ser militante do BE”, publicada esta tarde no dnoticias.pt Joana Martins esclarece que a mesma foi originada por um comentário feito num perfil público do Facebook, no caso Paulino Ascenção, admitindo que critica a forma de actuar do BE nacional, embora entenda que o seu post “foi retirado de contexto e utilizado sem qualquer autorização da minha parte”.

Refere que o DIÁRIO deturpou as sua palavras. “Colocaram na notícia factos que simplesmente não correspondem à verdade, porque nem se deram ao trabalho de me consultar para saber mais pormenores e, já agora, pedir a minha autorização!”, sublinha.

Conforme consta da notícia, refere já ter saído do “BE há 6 meses por divergências profundas com a actual direcção”. Fê-lo discretamente. “Nunca fiz qualquer alarido público sobre isso. Apoiei a candidatura de Paulo Cafôfo como independente, já sem qualquer filiação partidária, e permaneço assim. E já não participo em iniciativas do BE Madeira há anos”, esclarece.

Mesmo assim entende ter direito à liberdade de expressão como qualquer cidadã, e que proferiu a sua opinião livremente, sobre uma forma de actuar do BE “com a qual não concordo e que se repetiu várias vezes, já agora, depois do meu pai sair da liderança do BE Madeira”, apelando a que o nome do seu pai não seja utilizado “sem mais nem menos!”. “O meu pai, Paulo Martins, fundou a UDP, partido do qual fiz parte até ao seu fim. Não misturem as coisas por favor”, sublinha.