Rita Andrade anunciou esta tarde, na tomada de posse dos novos órgãos sociais da Casa do Povo do Jardim da Serra, o reforço nas verbas destinadas às Casas do Povo da Região.

“É com muita satisfação e sinto aqui sangue novo. Julgo que a vida das organizações é feita de renovação e com a certeza que quem termina o seu mandato, termina sabendo que fez um bom trabalho”, começou por salutar a secretária regional da Inclusão e Assuntos Sociais a antiga equipa em funções.

De seguida, Rita Andrade, em nome do Governo Regional, informou que “este ano vai haver um reforço importante para as Casas do Povo”, embora este seja um período que “tem sido de contenção”.

“Debati-me um pouco para ficar com as Casas do Povo na minha tutela, porque eu sinto que fazem um trabalho importantíssimo junto da população, são ferramentas essenciais para nos ajudarem nesta gestão tão difícil, de pessoas para pessoas, embora saibamos que nada é fácil”, disse a secretária, destacando a área social como uma das linhas a ter em conta no papel destas instituições.

“A área social, e penso que estamos todos de acordo sobre isso, nomeadamente os nossos idosos, que necessitam cada vez mais do apoio e de uma proximidade que muitas vezes está a ser dada pelas Casas do Povo, e isso é muito importante, não esgotando as outras áreas”, frisou Rita Andrade, esclarecendo que “por esta importância que têm as Casas do Povo, o presidente do Governo Regional tem-se empenhado pessoalmente nesta matéria, e será disponibilizado um reforço importante, que esperamos ser feito ainda antes do fim deste primeiro semestre terminar”.

Distribuído por pontos, a responsável pela Inclusão e Assuntos Sociais anunciou ainda que a Divisão de Desenvolvimento e Valorização Rural vai mudar de instalações para o centro do Funchal, “porque é mais fácil”.

“Muito em breve, daqui a 2 meses, vamos criar um gabinete jurídico de apoio às Casas do Povo, que era algo que informalmente diziam-me que precisavam, porque as pessoas não tinham um jurista. Não vamos ter um a tempo inteiro, mas pelo menos duas a três vezes por semana, para esclarecer dúvidas, para dar orientações e dar apoio”, informou Rita Andrade.