O primeiro-ministro criticou fortemente o Governo da Madeira no debate quinzenal que se realizou hoje na Assembleia da República.
António Costa disse que o “aumento de uma décima do défice público em 2017, motivado pelas contas da Região Autónoma da Madeira (RAM), não terá “consequências dramáticas para o Estado”.
A fechar o debate quinzenal e depois de Carlos César evocar os resultados orçamentais do “único governo do PSD” no país, o primeiro-ministro observou que esses dados revelaram “uma desagradável surpresa” que a execução orçamental do Estado central, do poder local e da região Autónoma dos Açores permitem compensar.
“Nada devemos à Região Autónoma da Madeira, pelo contrário essa região fica a dever a todos nós o agravamento do défice público de 2017”, concluiu o líder do Governo.
