Apesar da Região estar dez pontos percentuais à frente da média nacional, o objectivo do Instituto de Desenvolvimento Regional (IDR) e Autoridade de Gestão do Programa Operacional Madeira 14-20 é que as taxas de compromisso deste programa cheguem aos 100% e as de execução financeira aos 50% (actualmente, rondam os 80% e os 40%, respectivamente).
Quem o disse foi Emília Alves, presidente do Conselho Directivo do IDR, esta segunda-feira, durante a 7ª Reunião do Comité de Acompanhamento do Programa “Madeira 14-20”, que aconteceu no Centro de Congressos da Madeira: “Neste momento, o programa Madeira 14-20 tem uma taxa de compromisso de cerca de 80% e uma taxa de execução dos projectos que estão aprovados de 40%”. Para aumentar estes números, Emília Alves lembrou que “que as entidades beneficiárias têm que aumentar os pedidos de pagamento que submetem ao programa, têm que avançar com a execução dos seus projectos”.
Para tal o IDR tem em aberto 18 ‘avisos’. Entre eles, para projectos voltados para eficiência energética, à volta de 3 milhões e 800 euros, e para os de cultura e turismo, onde ainda existem quase 9 milhões de euros disponíveis: “Esperemos que as entidades aproveitem essas verbas, submetam as suas candidaturas para podermos assegurar a execução desses projectos. É importante para garantirmos”, disse a presidente do Conselho Directivo, caso contrário, no próximo ano, essas verbas serão canalizadas para outras áreas que já tenham esgotado o seu montante. “Abrimos também agora para as Frentes Mar, também, uma verba à volta de 3 milhões e pouco”, disse ainda Emília Alves.
Entre as várias entidades regionais presentes, o encontro trouxe à Região representantes da Comissão Europeia. Como a chefe da unidade na Comissão Europeia da G2 Portugal e Espanha, Carole Mancel-Blanchard, acompanhada por Luca Marchetti, da DG Regio e por Jessica Vilela, da DG Emploi, elementos da Agência de Desenvolvimento e Coesão (AD&C), Lisboa: “[Esta reunião] tem a ver com a avaliação do programa que é feita anualmente com a Comissão Europeia e com a Autoridade da Coordenação dos Fundos Comunitários a nível nacional, que é a Agência para o Desenvolvimento e Coesão”.
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