Luís Miguel Rosa, vereador do CDS na Câmara Municipal do Funchal, espera que não existam interferências na condução do processo da Tragédia do Monte, até para que as vítimas e a sua família possam ter algum ‘descanso’.
O vereador, advogado de profissão, prefere não tecer comentários por “não ter conhecimento da totalidade dos factos ou sequer do que consta do documento de acusação ou arquivamento relativamente às partes”.
Por outro lado, do ponto de vista político, crê que ainda não é possível retirar grandes ilações, porque falta saber o desfecho deste assunto. Aliás, recorda que já existiu um acto eleitoral, em que não se verificou penalização por parte dos funchalenses. “O que importa, acima de tudo, é que não haja interferências por parte do trabalho de investigação, do trabalho dos tribunais. Que seja um processo em que se esclareça se há um não responsabilidade e por parte de quem, independentemente dos nomes ou das caras. Acima de tudo, que as vítimas e as suas famílias, possam ter alguma compensação - se é que se pode dizer que isso seja possível - pelo facto desta tragédia que é lamentável, triste e que nos marcará para sempre”, assume Luís Miguel Rosa.

