O presidente da Câmara Municipal do Funchal, a vereadora do Ambiente (Idalina Perestrelo) e um funcionário da autarquia foram constituídos arguidos no caso da queda que matou 13 pessoas e feriu cerca de 50.
Através de comunicado enviado há minutos às redacções, o autarca confirma que é arguido e diz estar de consciência tranquila”.
“Confirmo a minha constituição como arguido no decurso do inquérito mandado instaurar na sequência da queda de uma árvore ocorrida no dia 15 de agosto de 2017, na freguesia do Monte”, pode ler-se no início do comunicado.
“Nestas circunstâncias, comuns em processos desta natureza, colaborei sempre com a investigação, prestei todos os esclarecimentos e forneci ao processo todos os elementos para que se possa efetivamente apurar a eventual existência de responsabilidades”, adianta o autarca.
“Continuarei absolutamente disponível para cooperar e colaborar com a investigação. Reforço que sempre cumpri para com todos os deveres que sobre mim impendem”, garante.
“Estou de consciência tranquila em relação à minha atuação e ao meu dever para com a segurança dos funchalenses. O meu primeiro pensamento estará sempre com as vítimas deste acontecimento que ficará para sempre na minha memória”, conclui.
Sobre a tragédia, recorde-se que a árvore, um carvalho, caiu a 15 de Agosto de 2017 no Largo da Fonte sobre a multidão que esperava pela procissão da Nossa Senhora do Monte. A queda da árvore provocou a morte a 13 pessoas e feriu perto de 50.

