Rui Barreto, vereador do CDS na Câmara Municipal do Funchal, considera que era “expectável” que o Paulo Cafôfo e Idalina Perestrelo fossem constituídos arguidos no âmbito do inquérito à queda da árvore no Monte.

“Não foi surpreendente, atendendo a que, na tragédia de Agosto passado, houve 13 mortos e mais de 50 feridos”, frisou. “Nós consideramos, e sempre o dissemos, que a melhor forma de honrar a memória das vítimas é o apuramento das responsabilidades, sejam elas políticas, civis e criminais”, assume Rui Barreto.

O vereador na CMF torna a frisar que “agora é o tempo da Justiça e espero que seja célere e que se apurem as responsabilidades, se as houver, civis e criminais”.

Recorde-se que a árvore, um carvalho, caiu a 15 de Agosto de 2017 no Largo da Fonte sobre a multidão que esperava pela procissão da Nossa Senhora do Monte. A queda da árvore provocou a morte a 13 pessoas e feriu perto de 50.