Na sequência da notícia publicada esta quarta-feira pelo DIÁRIO de Notícias na edição em papel, intitulada “Recomeçam as obras do Centro do Bom Jesus”, o Conselho de Administração do Serviço de Saúde da RAM (SESARAM) acaba de emitir aquilo que chama de “esclarecimento”.

“É totalmente falso afirmar que ‘a obra esteve parada desde finais de 2015,(...)’. Nos últimos dois anos, foram realizados trabalhos com o principal objetivo de melhorar os espaços, proporcionando ao utente um atendimento mais personalizado e humano. Durante este período foi possível reabrir o 6º piso e parte do 2º piso completamente remodelados, com espaços acolhedores, seguros e cómodos para os utentes e profissionais”, começa por referir o comunicado.

“A obra de recuperação e remodelação do edifício do Centro de Saúde do Bom Jesus representa uma melhoria significativa ao nível da prestação de cuidados de saúde primários, foi iniciada em 2014 e tem prazo de conclusão prevista para o ano de 2018. Importa referir que esta obra é composta por três fases, sendo que neste momento já estão a decorrer os trabalhos para conclusão da intervenção no 5º piso. Trabalhos esses que devem estar encerrados dentro de 60 dias. Concluído esta parte inicia-se a terceira e última fase dos trabalhos a qual integra a remodelação do 4º piso”, adianta o SESARAM.

“Estas intervenções estão a decorrer num centro de saúde em plena actividade, pelo que tudo está a ser feito para minimizar os danos causados pelas obras, aos utentes e profissionais. Em traços gerais, podemos afirmar que estas obras contemplam: Reorganização dos serviços; Melhorar as condições de atendimento, proximidade ao utente; Renovação dos gabinetes de atendimento médico/ enfermagem / tratamento, de acordo com os requisitos do controlo de infecções; Renovação das condições sanitárias; Instalação de gases medicinais em todas as salas de tratamento; Renovação do sistema de agua e esgotos; Renovação das redes eléctricas e de comunicações; Renovação dos sistemas de ar condicionado e renovação de ar; Reabilitação energética do edifício, com recuperação das fachadas, mantendo a traça original; Impermeabilização dos terraços e colocação de painéis solares”, conclui o comunicado.