Caso seja eleita, Rubina Leal diz que vai acabar com a derrama e devolver 8,6 milhões de euros a 1.100 empresas com sede no concelho do Funchal, durante os próximos quatro anos. “Vou extinguir a derrama que o actual executivo camarário impôs desde 2013 e devolver 2,15 milhões de euros por ano às empresas e comerciantes funchalenses, num total de 8,6 milhões de euros durante o meu mandato”, anunciou a candidata do PSD à Câmara Municipal do Funchal.
Com o fim deste imposto, as empresas poderão empregar mais pessoas, melhorar o nível salarial dos seus trabalhadores, ou até mesmo expandir os seus negócios criando mais empresas, mais postos de trabalho e gerando mais riqueza para a cidade, sublinhou Rubina Leal.
“Quero uma cidade dinâmica, uma cidade geradora de riqueza que potencia o bem-estar das nossas populações”, sublinhou, lamentando a política seguida pelo actual presidente de Câmara do Funchal, que anunciou ter promovido 70 medidas para revitalizar o comércio local.
“É preciso questionar se o comércio local ficou a ganhar com este imposto da derrama, é importante questionar se os empresários ficaram a ganhar com o actual balcão do investidor que atende apenas 4 pessoas por dia?”, perguntou.
É, no entender da candidata, preciso questionar, ainda, a actual vereação da CMF sobre a falta de limpeza e manutenção dos espaços públicos da Cidade, sobre a existência de animais roedores e animais errantes, sobre a iluminação e a sobre a sinaléctica colocada.
“Gostaria de saber como é que se consegue revitalizar o comércio local desta forma, quando aquilo que os comerciantes me falam e se queixam é de taxas, de entraves, de burocracia e de falta de limpeza urbana”.
“O senhor presidente da Câmara prometeu, em 2013, um ‘verdadeiro ordenamento do Comércio’ e a criação do ‘Conselho Municipal do Comércio, Restauração e Serviços do Funchal’. Nada disso foi feito”, notou.
Rubina Leal quer um Funchal diferente daquele que existe hoje. Por isso vai implementar medidas efectivas e exequíveis no concelho, como a extinção da derrama, a dinamização do comércio através de eventos, a criação de um centro comercial a céu aberto e, sobretudo, cumprir com aquilo que é da competência da Autarquia, como a limpeza urbana e a iluminação da via pública.
