Está a ser limado na Madeira e sai no início do próximo ano. O nome do quarto disco dos PAUS ainda é segredo, mas as arestas tocam nos ilhéus, na vegetação sub-tropical e naquilo que definem como “insularidade aberta”. A ilha entra no disco e os PAUS nela. Montaram o estúdio numa divisão na Quinta de Santa Luzia onde o silêncio só se rompe quando arrancam sons das duas baterias, bombo e tarola à mistura, sintetizadores e baixo. A melodia crua e envolvente - antítese da descontracção e tranquilidade que se revela quando largam os instrumentos. Enquanto Fábio Jevelim e Makoto Yagyu ensaiavam para o concerto desta sexta-feira no Jardim Municipal, conversámos com Hélio Morais e com Joaquim Albergaria - como se estivéssemos todos em casa.
Na prática, o que fazem nesta residência artística na Madeira?



