O FC Porto B somou hoje a terceira vitória consecutiva na II Liga de futebol frente ao Nacional, por 2-1, impondo assim a primeira derrota aos madeirenses.
Os insulares adiantaram-se logo aos três minutos, através de Murilo, mas permitiram a reviravolta no maracador, tendo os ‘dragões’ marcado por Jorge Fernandes, aos 22, e por Fede Varela, aos 73.
O Nacional, que neste jogo - relativo à sétima jornada - perdeu a posssibilidade de chegar à liderança da prova e que vinha de quatro vitórias consecutivas, entrou muito forte, conseguindo mesmo chegar ao golo logo nos primeiros instantes da partida.
Aos três minutos, e após um erro grave da defesa portista, nomeadamente de Jorge Fernandes, os madeirenses, por intermédio de Murilo, inauguraram o marcador, sem qualquer hipótese de defesa para Diogo Costa.
O FC Porto B demorou a reagir, mas a meio do primeiro tempo corrigiu os erros e encontrou um rumo.
Aos 22 minutos, na sequência de um livre apontado por Luizão, Jorge Fernandes, na grande área, igualou a partida com um remate de cabeça.
Após a alteração forçada, devido a lesão, de Musa Yahaya por Diogo Dalot, a dinâmica do jogo ‘azul e branco’ intensificou-se ainda mais, deixando tudo em aberto para o segundo tempo.
À semelhança do que aconteceu na parte final do primeiro tempo, a segunda parte iniciou-se com o FC Porto a dominar e a estar muito perto do golo, valendo ao Nacional a inspiração do guardião Daniel para que isso não acontecesse nos primeiros minutos.
A série de defesas no limite começou logo aos 47 minutos, altura em que Diogo Leite rematou forte e colocado, obrigando Daniel a esticar-se para tirar a bola da rota da baliza. No minuto seguinte, o guarda-redes voltou a estar em destaque ao negar o golo a Diogo Dalot.
A pressão dos ‘dragões’ intensificou-se perante uma incapacidade do Nacional em contrariar essa mesma situação.
Perto dos últimos 15 minutos, André Pereira isolou Fede Varela, que não desperdiçou a oportunidade e completou a reviravolta, colocando o FC Porto B na frente do marcador.
Pouco tempo depois o Nacional ficou reduzido a dez jogadores por expulsão de Mauro e a tarefa dos portistas tornou-se mais simples.
