Aproveito, se tal me for permitido, para neste espaço, poder denunciar, um facto flagrante, de que todos os dias acontece com os utentes ou clientes, do Metropolitano de Lisboa, que, são severamente penalizados e prejudicados, devido ao facto da pouca eficiência e de um mau serviço, que o Metropolitano de Lisboa, presta aos utentes ou clientes, que diariamente tem necessidade de utilizarem aquele meio de transporte, nas suas deslocações para os seus empregos. Ora umas vezes, são as constantes e sistemáticas interrupções, direi mesmo quase diárias e simultaneamente as constantes avarias, que como tal provocam atrasados, em especial, acontece especialmente na Linha Azul ou mais propriamente pela também conhecida pelos lisboetas, pela Linha Gaivota.Mas em contra partida, nos dias das festividades, isto é, passagens de ano, festas da cidade, e especialmente quando há jogos de futebol, concertos, este meio de transporte nunca pára, não tem avarias, não há perturbações, e tudo corre sobre linhas...e, ainda mais, até funciona para além das horas normais, isto é, mais tarde do que o habitual, fazendo como tal os seus funcionários horas extraordinárias, provavelmente para recompensarem, as horas e os ordenados que perdem quando fazem greves. Conclusão a que chego, é que durante os dias da semana, em que os utentes ou clientes do mesmo ML, e, que têm mais necessidades de serem devidamente servidos por este meio de transportes, para poderem chegar aos seus locais de trabalho, a horas, acontece como já referi, todos os dias há interrupções, avarias e como tal atrasos o que prejudica obviamente todos aqueles que já pagaram antecipadamente o seu título de transporte, reconhecendo porém, que há muita gente que não paga o seu título de transporte e anda de “borla”.Para além de estar devidamente identificado e sendo reformado, não deixo contudo de utilizar este meio de transporte e sei bem o mau serviço deste meio de transporte.E, é assim o Metropolitano de Lisboa...que só “sofre” e tem avarias, somente nos dias de semana e em dias de trabalho e que a população mais necessita.
Mário da Silva Jesus