Os quatro detidos relacionados com a célula terrorista dos atentados na Catalunha terminaram as declarações, que começaram hoje pela manhã, perante o juiz da Audiência Nacional Fernando Andreu e o Ministério Público pediu prisão sem fiança para todos.
A acusação e as medidas de coação para cada um dos quatro detidos serão agora decididas pelo magistrado.
Segundo fontes judiciais, os detidos acabaram de prestar declarações antes das 18:00, depois de terem sido conduzidos à Audiência Nacional, em Madrid, desde Barcelona terem sido interrogados durante todo o dia.
Os alegados membros da célula terrorista que perpetrou os atentados que acabaram com a vida de 15 pessoas compareceram sob reserva de sigilo perante o juiz e quatro procuradores da Audiência: a encarregada do caso do caso, Ana Noé, a coordenadora de jihadismo, Dolores Delgado, o procurador chefe, Jesús Alonso, e o tenente Miguel Ángel Caballo.
Um dos quatro detidos por implicação nos atentados de Barcelona e Cambrils confirmou, perante o juiz da Audiência Nacional, que a célula terrorista a que pertencia estava a preparar um ataque de maior dimensão.
