A Paróquia do Monte veio, há pouco esclarecer, através do advogado Ricardo Vieira, a propriedade do terreno onde estava o carvalho que caiu na última terça-feira. Segundo a informação enviada “a parcela em questão não está registada, nem fiscalmente inscrita, nem referenciada no cadastro, a favor daquela entidade paroquial”.
O DIÁRIO noticia na edição impressa de hoje (ver documentação em anexo) que, segundo serviços camarários, aquele terreno é propriedade da Fábrica da Igreja Paroquial do Monte.
No esclarecimento da Paróquia do Monte é ainda referido que quer a paróquia, quer a Diocese “nunca foram alertadas nem notificadas por pessoas ou entidades para qualquer situação referente àquela parcela de terreno, nomeadamente a respeito dos cuidados a ter quanto às árvores aí existentes”. O documento assinado por Ricardo Vieira acrescenta que a percepção global (população, paroquianos, etc) é a de que a propriedade daquele terreno não é atribuída “a qualquer pessoa colectiva canónica” e salienta que foram sempre os serviços da Câmara do Funchal que cuidaram do terreno.
No esclarecimento é referida a necessidade de analisar os documentos da CMF que o DIÁRIO deu hoje a conhecer e é ainda sublinhado que a Paróquia do Monte e a Diocese do Funchal vão agora procurar “certificar todo o conjunto de informações, depoimentos e documentos antes de proferir afirmações peremptórias sobre este assunto”.


