É triste constatar que o Parque de Campismo do Porto Santo encontra-se encerrado, uma infra-estrutura que permitiu a milhares de madeirenses, mas também a muitos amantes do campismo portugueses e estrangeiros, conhecer e passar férias na Ilha Dourada. Permitiu a muitas associações desportivas, culturais e recreativas dinamizarem actividades no Porto Santo.
O Parque de Campismo do Porto Santo que situa-se na zona da Fontinha, a 1 minuto de distância de uma das mais belas praias de areia da Europa, disponha de uma capacidade para 800 pessoas e oferecia instalações sanitárias, duches, sala de TV, Internet, bar e electricidade.
Aquele Parque de Campismo teve também um papel fundamental no desenvolvimento da economia local ao contrário do que acontece hoje com as grandes unidades hoteleiras que optam pelo “all inclusive”. Actualmente o Parque de Campismo está votado ao abandono e em estado de crescente degradação dos seus equipamentos, situação que levou ao seu recente encerramento.
Muitos são os turistas, que querendo optar pelo campismo, estão impedidos de ir ao Porto Santo.
Muitas são as pessoas e as entidades ligadas ao movimento associativo, ao campismo e ao ecoturismo, que manifestam desagrado face ao encerramento do Parque de Campismo.
Perante esta situação eu e um grupo de amantes do campismo e da Ilha do Porto Santo dinamizamos o “Movimento pela reabertura do Parque de Campismo do Porto Santo” para dar resposta ao descontentamento de muitas pessoas que não se conformam com o encerramento do único Parque de Campismo na Ilha do Porto Santo.
Estamos a dinamizar um abaixo-assinado, que já conta com mais de 250 assinaturas e uma petição online no sitio da internet www.peticaopopular.com com o objectivo de sensibilizar o Governo Regional, que é responsável pela tutela do Parque de Campismo através da Sociedade de Desenvolvimento do Porto Santo, a tomar as medidas necessárias para garantir a recuperação das infraestruturas do Parque de Campismo permitindo assim a sua reabertura.
Apelamos a todos os interessados a assinar a nossa petição que em breve, juntamente com o abaixo-assinado, será enviada ao Presidente do Governo Regional e ao Presidente da Assembleia da Legislativa da Região Autónoma da Madeira.
João Óscar