Albuquerque fez uma intervenção inicial no Debate da Região, que acontece, hoje, na Assembleia Legislativa da Madeira (ALM) em que, por áreas, falou do que o Governo regional já tem feito. Tem cumprido o Programa de Governo, lembrou Jaime Filipe Ramos, logo de seguida.
Já foi cumprido mais de 50% do Programa. O que poderia ter sido feito se não houvesse bloqueio da República, em áreas como o ferry, hospital, transportes, apoio aos afectados pelos incêndios.
Rui Barreto (CDS) contestou o “cenário idílico” apresentado por Albuquerque e rejeitou que a Madeira hoje esteja melhor do que há dois anos, nomeadamente com o Governo da República.
O CDS diz não haver desenvolvimento económico, nomeadamente no emprego e na saúde.
Élvio Sousa (JPP) identificou um descalabro nas contas da Região, com aumento de dívida, na óptica de Maastricht e questionou que explicação tem Albuquerque. Nesta óptica, a dívida aumento 120 milhões de euros.
Albuquerque respondeu que o problema é que se vivia no ‘País das maravilhas’. O presidente deu o exemplo da incapacidade em lançar um concurso para a linha aérea do Porto Santo e disse que, agora tudo desabou, com os últimos acontecimentos no País.
Albuquerque também criticou a vinda de António Costa para apoiar a ‘geringonça’, em vez de resolver os problemas do país.
O presidente também afirmou que, em pouco tempo de governação do PSD na República, foram resolvidos muitos problemas.
Sobre a dívida, Albuquerque disse que Élvio Sousa não sabe nada de números porque, em termos matemáticos, a dívida global foi reduzida.

