Rubina Leal, candidata do PSD à Câmara Municipal do Funchal, defendeu hoje que o concelho carece de investimento na rede de água potável, sendo que a falta do mesmo tem levado a que a água a pagar neste concelho seja a mais cara da Região.

A candidata referiu que “em cada 100 litros de água consumidos, 70 litros são perdidos na rede ”, algo que considera se dever ao desinvestimento nesta área.

“É para inverter esta situação, que Rubina Leal defende um regresso ao investimento nestas infra-estruturas, tal como era prática dos anteriores executivos autárquicos liderados pelo PSD, que anualmente investiam uma média de 19,3 milhões de euros. Desde 2013, com a nova gestão, esse valor foi reduzido para 1/3 com efeitos graves no funcionamento da rede”, refere nota enviada à comunicação social.

“Hoje em dia temos uma Câmara SOS, que apenas actua conforme os derrames vão acontecendo”, apontou.

Rubina Leal afirmou que “é importante apostar nas infra-estruturas e, sobretudo, na renovação das redes de água. Sabemos que quanto mais água se perde, mais água a CMF tem de adquirir, o que significa que a água chega mais cara ao consumidor doméstico e às empresas”, alertou.

Um reforço na manutenção e uma renovação da rede são anseio da candidata pelo PSD, afirma que devem existir equipas no terreno para detectar as perdas, bem como a manutenção ou substituição dos contadores de água.

“Com a minha candidatura à Câmara Municipal do Funchal pretendo retomar o investimento médio anual de 19,3 milhões de euros, colocando equipas no terreno para que se possa detectar atempadamente as perdas de água potável que existem e, ainda, apostar na manutenção e substituição dos contadores”, assumiu.

Para Rubina Leal, a rede de abastecimento de água potável e de saneamento básico “são bens essenciais para qualquer cidade”, não só por questões ambientais mas também por questões financeiras. “É importante que os funchalenses percebam que pagamos a água mais cara da Região. É importante que os funchalenses percebam a necessidade e a importância do investimento nestas infraestruturas”, concluiu.