No que se refere ao transporte aéreo os madeirenses e porto-santenses usufruem do melhor sistema de sempre de apoio aos residentes.
Nunca custou tão pouco uma deslocação a Portugal Continental: 65 Euros para estudantes; 86 Euros para residentes.
Não é um modelo perfeito e há que aperfeiçoá-lo, designadamente no sistema demasiado burocrático de obtenção de reembolsos.
Desde há mais de um ano que aguardarmos que o Governo da República inicie a revisão do modelo – que já se deveria ter iniciado há mais de seis meses.
Aguardamos ainda pelo primeiro relatório que deveria ter sido produzido, precisamente há um ano, em Março de 2016.
Seja como for, e conforme foi confirmado pelo próprio Presidente da ANAC, tudo indica que o preço médio das passagens aéreas foi de 268 Euros, logo muito longe do teto fixado de 400 Euros para o reembolso. Segundo afirmou, apenas 2% das viagens foram adquiridas acima daquele limite.
Isto significa, segundo dados avançados pelo próprio Presidente da ANAC, que há uma redução significativa do preço das viagens que é praticado ao longo de todo o ano.
E, mesmo nos picos de procura, Natal e Fim-do-ano, o valor foi mais baixo do que o verificado nos anos em que não existia este subsídio.
Mas esses 2% preocupam este Governo. Porque sabemos que obrigam a adiantamentos avultados por parte das famílias, o que representa muitas vezes um esforço impossível.
Daí o nosso empenho numa solução que resolva de uma vez por todas esta injustiça!
Ainda esta semana foi anunciado que a easyJet colocou no mercado viagens a 40 Euros para o regresso, também, dos nossos estudantes para o Natal, reforçando que a antecipação na compra, sempre que possível é, de facto, a chave para conseguir os melhores preços.
Acresce que no passado sábado foi aberto na Loja do Cidadão o balcão da mobilidade, para que exista maior proximidade às pessoas, para que se esclareça as dúvidas de cada um e para que se simplifique a vida dos cidadãos na obtenção dos reembolsos.
Estamos convictos que aquando da prometida revisão do modelo, serão introduzidas as alterações necessárias para melhor servir os interesses dos madeirenses e porto-santenses.