Há mais portugueses a poupar para a reforma, mas ainda assim não chegam aos 20%, revela um estudo sobre literacia financeira realizado pelo Cetelem. De acordo com este levantamento, que abrangeu também a Madeira, 19% dos portugueses poupam para a reforma, mais do que em 2016, quando eram 13%, e as contas poupança continuam a ser o método preferido para o pé-de-meia.
“Utilizar as contas a prazo (11%) continua a ser a forma mais comum de economizar para a altura em que se abandona o mercado de trabalho”, revela o Cetelem. “Entre as formas de poupança menos usuais surgem os PPR – Planos de Poupança Reforma (2%); os investimentos em produtos bancários (2%) e o mealheiro tradicional (2%). Os certificados de aforro são a forma menos comum dos portugueses pouparem para a reforma (1%)”, diz a instituição financeira integrante do grupo francês BNP Paribas.
Ainda tendo por base o estudo, ficou claro que os homens (24%) têm maior predisposição para poupar do que as mulheres (14%), que é entre os 35 e os 44 que mais economizam para a reforma (26%) e é a Região Norte a que mais poupa para esta finalidade (25%).

