Primeiro Miguel Albuquerque, depois Rubina Leal. A confirmação do nome da actual secretária da Inclusão e dos Assuntos Sociais, como candidata à CMF, feita esta tarde na sede do PSD-M, foi de intensa crítica à governação de Paulo Cafôfo, ainda que o nome nunca tenha sido referido.
Miguel Albuquerque falou em promessa feitas por gente com sorrisos, que nunca foram cumpridas. “Tinham um sorriso, hoje desapareceu.”
O presidente do PSD disse que o Funchal é “uma cidade cheia de propaganda”, mas que “está desorganizada” a todo o nível e deu exemplos, desde os estacionamentos, aos espaços públicos, jardins, património e até os serviços municipais. Cidadãos e empresas “esperam uma eternidade”.
Perante o actual cenário, o PSD sentiu a “necessidade de apresentar uma candidatura credível e apta a recolocar o Funchal na vanguarda”.
“Temos uma candidatura séria, que dá futuro à cidade do Funchal”, disse Albuquerque.
A candidata disse sempre ter estado “disponível para os desafios que o partido tem” para ela. “Abraçarei como mais um desafio.”
Questionada sobre que equipa vai apresentar, Rubina Leal respondeu: “Antes mais nada, o importante é ter um programa mobilizador de todas as pessoas e, sobretudo, desmitificar algumas coisas. É importante que, neste momento, os funchalenses perceberam o que é que tem acontecido, o que não tem sido feito, o que tem sido anunciado e adiado. De facto, não temos obra feita e isso deve ser transmitido a todas as pessoas que vivem na nossa cidade.”
Sobre o que antevê nesta corrida autárquica, a candidata do PSD responde que o resultado a que se propõe “é sempre ganhar o Funchal. Ganhar uma cidade que, neste momento está moribundo e retomar a dinâmica que havia até 2013”.

