O exército egípcio disse hoje que matou 500 “terroristas” na península do Sinai desde setembro de 2015, no âmbito da operação “O direito do mártir”, anunciou a agência oficial MENA.
O diretor dos serviços de informações militares, general Mohamad Farag referiu na quinta-feira no decurso de um simpósio das Forças Armadas que os supostos terroristas integravam o grupo Ansar Beit al Maqdis, um ramo da organização ‘jihadista’ Estado Islâmico (EI) no Egito.
A campanha militar foi desencadeada em 7 de setembro de 2015 no norte do Sinai pela segunda divisão do exército, com apoio da polícia e de unidades especiais antiterroristas.
Em 2014 o exército egípcio declarou a província do norte do Sinai uma zona de exclusão militar, impôs o recolher obrigatório na região e impediu o acesso dos meios de comunicação social à península.
