O PCP realizou hoje uma iniciativa, que teve lugar no concelho do Funchal, na Rua Fernão de Ornelas, onde reivindicou uma valorização do salário mínimo.
“Para o PCP o Salário Mínimo Nacional já deveria estar fixado nos 600 euros. O aumento deve ser encarado como um instrumento, de aumento generalizado dos salários. E. na Região Autónoma da Madeira, tendo em conta a actual situação social, económica e financeira, o PCP defende a fixação de um acréscimo regional de 5% à Retribuição Mínima Mensal Garantida nacional sendo possível, a curto prazo, evoluir para um valor que atinja os 7,5%, correspondendo assim a uma solução para a compensação dos actuais custos da insularidade e a objectivos de solidariedade e de justiça social”, defendeu dirigente regional do partido comunista, Leonel Nunes, salientando que “actualmente já existe um acréscimo de 2%, mas que é insuficiente para fazer face aos custos de insularidade”.
“Nos Açores, por proposta do PCP, o acréscimo é de 5% já a vários anos. Tendo em conta esta realidade, e a necessidade de fazer face aos elevados custos de insularidade e a objectivos de solidariedade e de justiça social, o Grupo Parlamentar do PCP exerceu o direito de fixar o diploma, sobre ‘Acréscimo do Salário Mínimo Nacional’ para a ordem do dia da reunião plenária do próximo dia 7 de Fevereiro.”