As eleições para os órgãos sociais da Casa do Povo do imaculado Coração de Maria ficaram ensombradas esta noite. Tudo porque um grupo de associados se manifestou contra a eleição e o processo que conduziu à mesma.
O protesto foi registado em acta, reunindo várias assinaturas de sócios e várias pessoas da freguesia que pretendem vir a integrar esta Casa do Povo, mas cuja adesão estava alegadamente bloqueada.
Para este ato eleitoral concorreu uma única lista liderada por Simplício Pestana que vem ocupando o cargo de presidente da Direção desde há vários anos.
No essencial, os sócios descontentes “querem que se esclareça porque é que houve associados, alguns fundadores, removidos do caderno eleitoral sem explicações e sem que os mesmo tenham requerido essa remoção”, adiantou um grupo de sócios em nota enviada a nossa redacção.
Além disso, pretendem também “que se esclareça porque é que há mais de um ano não são admitidos novos sócios, embora existam vários interessados e que se esclareça de que forma e onde é que foram afixados os editais, sendo os que afixaram já tinham decorridos os prazos para apresentação de uma lista concorrente”, informa ainda o comunicado. Mais reclamam a ausência de um caderno ou lista de eleitores, e comissão de eleições nos prazos legais”. A representatividade da lista que se autoelegeu, contou apenas com 21 votos num universo de 143.
A Assembleia Geral acabou por ser suspensa sem nova remarcação.
