Depois de considerar que mais do que uma reivindicação, o novo hospital do Funchal é uma “justa e legítima” ambição, relembrou que o mesmo fez parte do compromisso nacional nas eleições de 2015, e por isso continuará a merecer todo o apoio do partido a nível nacional.
Depois atirou-se à ‘geringonça que há mais de um ano “derrubou” o governo de direita.
Sem que alguma vez tenha falado em TSU, Passos Coelho lembrou que compete à maioria no parlamento quem tem que se entender para que o Governo possa governar.
“Seria uma perversidade se não fosse assim”, concluiu o líder da oposição em São Bento.
“Não esperem que a gente tenha de votar a favor apenas porque o Governo se desentende com os partidos radicais”, acrescentou.
Dirigindo-se em particular a Miguel Albuquerque, o ex-Primeiro Ministro deixou ainda a convicção que voltará a ser Governo, afirmando: “Sei que haveremos de ter oportunidade de no Governo acrescentar futuro ao portugueses”, disse.

