M.C. Afinal, há problemas no paraíso! Nem tudo parece tão bonito e maravilhoso, como uns escreveram. Varreram um problema para debaixo do tapete e agora, sem que nada o fizesse prever, eis que está à vista de todos o maior perigo. Estou ciente que indo à centralidade do concelho (vila), posso sair de lá bronzeado (da praia), sem trocos (do parquímetro, finanças), ou pior que tudo: ferido (ou morto!). Encher a praia de areia importada, não me importo, tal como se me cortar numa pedra quando me banhar, aí é compreensível. O que não é admissível é cobrarem estacionamento numa marginal toda ela exposta ao perigo de queda de pedras… O que eu vi ontem dia 19 Julho deixou-me horrorizado. Ninguém sobreviveria caso aquelas pedras atingissem um ser humano. Aquilo precisa urgentemente do mesmo tratamento que a escarpa que se encontra ao lado. Não é preciso ser técnico/engenheiro para perceber que a qualquer momento poderá acontecer uma tragédia. Acredito que é a Natureza que está a fazer o seu papel ao moldar aquela fachada costeira. Só depois é que construíram o edifício. E desta vez a culpa não é das palmeiras! No entanto deixo um aviso que para mim a Calheta continua a ser o melhor lugar da ilha para fazer férias e apesar do sucedido, continuarei a frequentar a bela praia mas com precaução.